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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Somos todos iguais


“Mas, se fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado, e sois redargüidos pela lei como transgressores.” (Tg 2.9)

O contexto do texto enfoca o cuidado que a igreja precisar ter para não fazer acepção de pessoas. Infelizmente essa realidade acontece na vida de muitas igrejas. Aquele que possui um nível social alto e é abastado financeiramente recebe um tratamento especial, enquanto, o que é pobre e simples é desprezado. Nas igrejas onde essa realidade é comum, os prejuízos são grandes. Sim, porque nesse contexto Deus não atua e o resultado que se vive são apenas os das vontades humanas prevalecendo. No contexto de uma igreja que vive dessa forma, a visão da mesma fica distorcida e essa realidade é transferida também para o contexto dos que a visitam. O tratamento dado ao visitante precisa ser o mesmo, tanto para o rico quanto ao pobre. Afinal, diante de Deus somos todos iguais! Aquele que faz acepção acaba por não perceber que está sendo exagerado ao fazê-lo, e visto por todos. Não percebe que está fazendo feio diante de Deus e dos homens. É necessário que a igreja esteja preparada para receber os visitantes de forma natural e primando também por não discriminá-lo ou excluí-lo. Esse é um dos caminhos para o avanço e crescimento da Igreja. O segredo do sucesso como temos falado, está na prática do amor. Quando amamos o próximo, refletimos o caráter de Cristo! Isto evidencia que o controle de nossas vidas está nas mãos e direção do Senhor. Logo, não haverá constrangimentos, angústias ou conflitos. O que reinará será a prática do amor fraternal que redunda em crescimento e amadurecimentos na vida da Igreja. Somos todos iguais! É dessa forma que Deus nos vê! É assim que também precisamos ver e viver.

Pr. Waldyr Silva do Carmo

IGREJA CASA DE ORAÇÃO CEHAB
http://casadeoracaocehab.blogspot.com
prwaldyrcarmo@yahoo.com.br

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